Desapercebido andava o menino pela rua
A perversidade da vida talvez o tenha feito assim.
Desorientado procurava um canto para dormir
Ele , o menino da rua...
Sorria seu tolo sorriso, fingia ser homem
Seu corpo magro transpirava o que tinha de ruim
Mas a ninguém interessava, pois era assim
Aquele menino de rua...
Quisera eu ser tão homem
Como aquele menino
Suportar a fome e viver fingindo
E poder transformar
Seus lamentos em hinos.
Mas esta manhã o sol não brilhou
Nos abandonou, o menino da rua.
E a noite surgiu chorosa,
Um pouco receosa, uma triste lua.
Os olhos brilhantes não mais se abrirão
O seu tolo sorriso assim como a vida
Lhe escapou pelas mãos .
Dos seus dedos queimados
Só restaram lembranças
E lá se foi o menino
Deste mundo sorrindo
P´ra tentar ser criança.
( Douglas Ribeiro )
A perversidade da vida talvez o tenha feito assim.
Desorientado procurava um canto para dormir
Ele , o menino da rua...
Sorria seu tolo sorriso, fingia ser homem
Seu corpo magro transpirava o que tinha de ruim
Mas a ninguém interessava, pois era assim
Aquele menino de rua...
Quisera eu ser tão homem
Como aquele menino
Suportar a fome e viver fingindo
E poder transformar
Seus lamentos em hinos.
Mas esta manhã o sol não brilhou
Nos abandonou, o menino da rua.
E a noite surgiu chorosa,
Um pouco receosa, uma triste lua.
Os olhos brilhantes não mais se abrirão
O seu tolo sorriso assim como a vida
Lhe escapou pelas mãos .
Dos seus dedos queimados
Só restaram lembranças
E lá se foi o menino
Deste mundo sorrindo
P´ra tentar ser criança.
( Douglas Ribeiro )
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